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Em Cuiabá, Ministro da Educação afirma que escolas militares de Mato Grosso continuarão abertas
O ministro afirmou ainda que pretende ampliar a parceria com Mato Grosso, pois o governador Mauro Mendes "demonstra compromisso com a Educação".
09/08/2023 14h20
Por: Redação Fonte: Da redação
Crédito - Mayke Toscano/Secom-MT

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou nesta quarta-feira (09), que mesmo após o fim do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), o Governo Federal continuará apoiando os estados que quiserem continuar com o modelo de gestão escolar.

A fala ocorreu na manhã desta quarta-feira (09), durante o 19º Fórum Nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime), realizado em Cuiabá - evento que tem o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

De acordo com o ministro, o fim do programa, criado em 2019 pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), não foi por motivos políticos e sim porque não havia previsão nem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e nem no Plano Nacional de Educação. O anúncio do final do Pecin foi feito em julho pelo governo federal.

Durante o encontro, o ministro afirmou que pretende ampliar a parceria com Mato Grosso, pois o governador Mauro Mendes "demonstra compromisso com a Educação".

"Quero pedir palmas bem fortes para o governador Mauro Mendes. O conheço desde a época que fui governador do Ceará e sei do trabalho sério que ele toca. A presença do governador aqui é o símbolo do compromisso que ele demonstra com a Educação", declarou.

Camilo Santana falou das políticas públicas que estão sendo formuladas no ministério, e pontuou que continuará sendo parceiro de estados que tratam a Educação como prioridade, a exemplo de Mato Grosso.

"Estamos juntos para garantir uma educação de qualidade ao povo do nosso país", completou.

Em Mato Grosso, a única instituição que fazia parte do Pecim é a Escola Estadual Mário Motta, em Cáceres. Porém, segundo a Secretaria de Estado de Educação, a unidade vai continuar a atuar no modelo de educação cívico-militar normalmente, agora sob a direção do Governo do Estado.