O produtor rural Luiz Pedro Bier planta soja, milho e cria gado de corte em 3,8 mil hectares em Gaúcha do Norte, cerca de 590 km de Cuiabá. Há cerca de 8 anos, ele passou a adotar a uniformização da fazenda e os 14 colaboradores usam 4 uniformes distintos com camisas longas e camisetas pólo para quem está no setor administrativo.
“As fazendas normalmente são atividades familiares e com a uniformização a gente dá uma cara mais profissional para a atividade, isso nos traz mais respeito de parceiros e de clientes e fornecedores. Também a gente evita com que os funcionários usem roupas inadequadas no ambiente de trabalho, porque a atividade tem certo risco e as roupas precisam ser apropriadas para a função correta”.
Ele também destaca que a adoção do uniforme da fazenda gerou um sentimento maior de pertencimento do colaborador e uma conexão muito mais forte da identidade da fazenda com os trabalhadores.
A Stamp, uma das maiores estamparias de Mato Grosso, atende cerca de 50 fazendas no Brasil, especialmente no Centro-Oeste. Se somadas as datas comemorativas, dias de campo, lançamento de safra, ou semana interna de prevenção de acidentes (SIPAT), a empresa fabrica cerca de 15 mil peças por ano para atender o setor do agro.
“Os modelos mais requisitados pelos produtores rurais são por excelência as camisas e as calças pesadas, pois são vistas como peças elegantes e resistentes, o que de fato são. No entanto, temos algumas opções mais leves em toque e igualmente resistentes para usar no calor de Mato Grosso, o que também se estende a outros estados tão quentes quanto. A opção mais indicada é a malha de DRY FIT, muito usada em competições esportivas e pescarias, e que agora tem migrado para o campo por sua proteção UV, conforto e praticidade, pois não precisa passar a ferro para estar apresentável. Sem contar que é uma escolha mais versátil em termos de personalização, pois permite completamente a fidelidade da arte gráfica”, explica a gerente de Relacionamentos da Stamp, Fernanda Maluf.
Ela também reforça que o uso do uniforme mantém uma unidade no trabalho, gera o sentido de pertencimento, a igualdade através da vestimenta.
“Essa sensação é um dos pilares garantidores do bem-estar do colaborador na empresa, junto com outros benefícios proporcionados e percebidos. No caso de empresas rurais, destacamos a segurança do local, pois o uso do uniforme identifica quem pode estar ou não ali, tanto funcionários como parceiros. Então podemos dizer que o uso de uniforme é essencial para o bom funcionamento de uma instituição”.
Sobre a Stamp
Assim como na maioria das fazendas de Mato Grosso, a Stamp também é uma empresa familiar. Ela foi fundada e gerida até os dias atuais pelos primos Ana e Cláudio, que vieram de Minas Gerais nos anos 1980 para fomentar a indústria mato-grossense.
A ideia inicial era apenas estampar camisetas prontas, mas o negócio foi crescendo a ponto de ter um dos maiores estoques de malhas de Mato Grosso para fabricação de camisetas e outras peças.
Com 37 anos de história, a empresa conta também com a segunda geração no comando. “Somos uma empresa clássica, além de fazermos o básico bem-feito também inovamos em produtos e tecnologia, o que nos permite oferecer uma gama de produtos desenvolvidos com muito esmero”, ressaltou Fernanda Maluf.
Um dos segredos do sucesso da Stamp é perceber o cliente não apenas como um colocador de pedidos, mas como um parceiro de caminhada. Mesmo que a seja apenas um pedido, a empresa faz questão que ele tenha todas as informações corretas e garantidas, para que os produtos cheguem impecáveis.
“Esforçamo-nos muito para não cometermos falhas, mas sabemos que existem percalços que estão fora do esperado, e saber como lidar com eles para nós é um grande diferencial, temos segurança em dizer que nossos clientes confiam no nosso trabalho”, finalizou.