Após a aprovação do TSE, membros do PRD se movimentam rapidamente para organizar a nova legenda, e se prepararem para o pleito de 2024.
Em Cuiabá, o vereador Kassio Coelho será o presidente do partido, e disse que estão praticamente prontos para a eleição do ano que vem. "Temos trinta pessoas para concorrer ao cargo de vereador, onde vinte e oito serão escolhidos em convenção partidária, e um que poderá concorrer a prefeito, que é o pastor Marcos Ritela, mas isso ainda será conversado internamente", disse o vereador.
Marcos Ritela foi candidato a governador pelo PTB em 2022, surgiu de última hora como um politico revelação no meio evangélico, onde obteve 233.543 votos no Estado e 23.666 votos em Cuiabá, sem aquelas estruturas pesada de campanha. A primeira-dama da capital, Márcia Pinheiro, com toda uma estrutura, esposo prefeito e o filho indo a reeleição de deputado federal, ela obteve 267.172 votos no Estado e 66.699 votos em Cuiabá. Levando em consideração os números alcançados pelo pastor, Marcos Ritela começou pequeno, e hoje é considerado um forte candidato da direita e do conservadorismo na capital de Mato Grosso.
O presidente do PRD de Cuiabá, também nos adiantou que se Ritela não for o candidato do partido, existe uma grande possibilidade do grupo sentar com o pré-candidato a prefeito Eduardo Botelho, ou também, o deputado Botelho sair do União Brasil e filiar diratemente no Partido da Renovação Democrática - PRD, onde ele nem precisaria de autorização para sair do partido do governador Mauro Mendes (UB).
"Se o Botelho filiar aqui com a gente nem tem discussão, ele já é deputado estadual, é presidente da assembléia legislativa, está em pré-campanha, e tem o nosso aval pra ser o candidato do partido" finalizou Kassio.
Há poucos dias atrás, o deputado estadual Wilson Santos disse em uma entrevista que deputado Eduardo Botelho iria filiar no PSD no dia 11/12, porém, o próprio Botelho desmentiu e disse que não tem nada definido ainda.
A nível de Estado, o partido também aguarda a filiação do senador Jayme Campos, e dos deputados Dilmar Dal Bosco e Júlio Campos.