Final de ano difícil para o prefeito de Poconé, Tatá Amaral (UB). Não bastasse as dívidas com fornecedores, atrasos dos pagamentos de contratados e prestadores de serviços, falta de água, cidade esburacadas, postos de saúde sem remédios, estradas e pontes em péssimas condições, obras paralisadas, convivendo com baixa popularidade e vendo o seu grupo político desmantelar, surgiu um novo problema.
Recentemente, o ex-presidente da Câmara, ex-prefeito, e agora ex-secretário Ney Rondon (UB), entregou o cargo de secretário de infraestrutura, por não concordar com a escolha do pré-candidato a prefeito, o vereador Dudu Carrapato (PSDB). O vereador Amarildo Shimieleske (UB), seguiu Ney e também deixou a Secretaria de Agricultura. Sendo os dois filiados ao União Brasil, mesmo partido do prefeito, já estão à procura de uma nova sigla partidária, aumentando o racha e desgaste político na base da administração de Tatá Amaral.
Os últimos levantamentos feitos, apontam uma rejeição grande do pré-candidato do prefeito, e o crescimento da oposição.
Nos bastidores políticos, há rumores que lideranças da administração, mineração, agropecuária, comunitárias, religiosas, comércio e associações não apoiarão o pré-candidato Dudu Carrapato.
Diante de todos esses acontecimentos, o atual prefeito não fará o sucessor, ou poderá trocar de candidato como já fez várias vezes este ano, traindo novamente a todos.
Com isso, a oposição, liderada pelo ex-prefeito Tico de Arlindo (PP), a ex-vereadora Camila Silva (PSD), o presidente da Câmara vereador Itamar Lourenço (PSB migrando para o PSDB na janela partidária), o vereador Benedito Aurélio (PP), e Jean Silva(PSD), tem trabalhado para unir todas as lideranças políticas, que não estão na base da atual administração, sendo aqueles que deixaram, que estão deixando e que vão deixar a base da atual administração, para formar uma grande união, e trabalharem por Poconé.