A reportagem do MT Alerta recebeu várias denúncias de que a empresa Giolaser Depilação a Laser, Clínica de Estética Facial e Corporal, localizada da Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá, teria recebido grandes quantias pela realização de procedimentos estéticos, porém, não teria realizado os tratamentos de beleza.
Cerca de 41 pessoas disseram à reportagem que pagaram valores, entre R$ 500 à R$ 7 mil, para realizar os procedimentos de beleza. Muitas não concluíram o tratamento, e outras não realizaram nem uma sessão.
A vendedora A., L., S.,, disse ter pago o valor de R$ 564 em 10 vezes no cartão de crédito, para a realização de sessões a laser, mas realizou três sessões.
A quarta sessão, que estava agendada para o dia 10 de dezembro, não foi realizada. Ela foi surpreendida ao chegar na clínica e encontrá-la fechada. "Tinha apenas um funcionário lá, depois de tanta insistência ele me falou o que estava acontecendo. Que havia muitas pessoas que não terminaram os tratamentos, que os funcionários estavam sem receber e os procedimentos foram suspensos", disse.
A analista administrativo, S., S., pagou R$ 750 para realizar dez sessões de depilação a laser, mas também só efetuou apenas três.
Já a servidora pública, E., T., F., também pagou o valor de R$ 750 para fazer dez sessões de depilação a laser, mas só realizou apenas uma.
Outra paciente que não realizou os procedimentos pagos foi P., R.,. Ela pagou o valor de R$ 6.336,00 para a realização dos tratamentos de beleza, e não chegou a fazer nenhuma sessão.
A reportagem recebeu a também informação, de que a Giolaser de Cuiabá seria uma franquia nacional. E que a Celante & Celante Clínica de Estética LTDA, seria a responsável pelo funcionamento da franquia na capital.
Um inquérito policial foi aberto e vai investigar o caso. A Polícia Civil orienta para que as pessoas que foram lesadas pela empresa, procurem a delegacia para registrar um boletim de ocorrência
Funcionários ser receber
Além dos procedimentos estéticos não realizados, a empresa teria fechado as portas essa semana sem ter pago o salário dos funcionários. Um dos trabalhadores, que preferiu não se identificar, disse à reportagem que cerca de sete funcionários da Giolaser da Isaac Póvoas, não receberam o salário referente ao mês de novembro e não tiveram nenhum posicionamento dos proprietários da empresa.
Segundo o trabalhador, a Giolaser está em funcionamento há apenas três meses.
Outro lado
A reportagem entrou em contato com as pessoas descritas como proprietárias da empresa, mas até a publicação desta reportagem, não obtivemos retorno.
O espaço segue aberto.