Segunda, 26 de Outubro de 2026
18°C 36°C
Cuiabá, MT
Publicidade

Carteira de radialista vale como documento de identidade, confirma CCJ

A carteira de radialista poderá valer como documento de identidade em todo o território nacional. A medida foi aprovada nesta quarta-feira (4) pela...

04/05/2022 às 10h41
Por: Redação Fonte: Agência Senado
Compartilhe:
Davi Alcolumbre preside a reunião desta quarta da comissão - Edilson Rodrigues/Agência Senado
Davi Alcolumbre preside a reunião desta quarta da comissão - Edilson Rodrigues/Agência Senado

A carteira de radialista poderá valer como documento de identidade em todo o território nacional. A medida foi aprovada nesta quarta-feira (4) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O PLC 153/2017 segue para votação no Plenário.

Relatada na comissão pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), a proposta define que o documento será emitido pelo sindicato da categoria. Caso não haja um sindicato na região, a carteira poderá ser confeccionada por federação devidamente credenciada e registrada pelos órgãos competentes.

O radialista não sindicalizado também terá direito à carteira, desde que seja habilitado e registrado no Ministério do Trabalho, conforme a legislação que regulamenta essa atividade profissional.

Já o modelo da carteira de identidade do radialista será estabelecido pela federação desses profissionais e trará a inscrição “Válida em todo o território nacional”.

Senadores destacaram que a proposta atende a uma antiga reivindicação da categoria dos radialistas. O relatório de Rogério Carvalho foi lido durante a reunião por Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

Tramitação

A proposta já havia sido aprovada pelas Comissões de Assuntos Sociais (CAS), de Ciência e Tecnologia (CCT) e pela própria CCJ, mas, ao chegar ao Plenário, foi pedido um reexame nos mesmos colegiados. Nessa segunda rodada de votações, a proposta já recebeu o apoio da CAS e da CCT.

O reexame do PLC 153/2017 foi solicitado por causa da Medida Provisória 905/2019, que criava o Contrato Verde e Amarelo e fazia outras mudanças na legislação trabalhista, sob o argumento de que a MP teria invalidado o projeto.

Mas o primeiro relator na CAS, senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), argumentou que as mudanças feitas pela MP 905 não têm qualquer relação com o projeto da Câmara. Além disso, Rogério Carvalho lembra em seu relatório que a MP deixou de valer porque não foi votada no prazo pelo Congresso.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Cuiabá, MT
21°
Tempo nublado

Mín. 18° Máx. 36°

21° Sensação
14.83km/h Vento
88% Umidade
30% (0.38mm) Chance de chuva
06h10 Nascer do sol
18h45 Pôr do sol
Ter 41° 19°
Qua 37° 23°
Qui 25° 22°
Sex 33° 21°
Sáb 35° 23°
Atualizado às 08h01
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,00 +0,66%
Euro
R$ 5,60 +0,60%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 425,377,48 -1,30%
Ibovespa
205,082,56 pts 0.47%
Publicidade