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Brasil não pode continuar banalizando crimes de trânsito, afirma Contarato

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) afirmou, em pronunciamento nesta quarta-feira (1), que o país não pode continuar banalizando os crimes de trâns...

01/06/2022 às 17h35
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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O senador Fabiano Contarato disse que o Brasil está na terceira posição no ranking do número de mortes no trânsito - Roque de Sá/Agência Senado
O senador Fabiano Contarato disse que o Brasil está na terceira posição no ranking do número de mortes no trânsito - Roque de Sá/Agência Senado

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) afirmou, em pronunciamento nesta quarta-feira (1), que o país não pode continuar banalizando os crimes de trânsito, como se fossem insignificantes.

Segundo ele, o Brasil está na terceira posição no ranking do número de mortes no sistema viário. São mais de 40 mil mortes por ano e mais de 300 mil pessoas mutiladas em virtude de acidentes de trânsito no país. Esse cenário gera um custo de mais de R$200 bilhões, lamentou Contarato, que, por mais de dez anos, chefiou a Delegacia de Delitos de Trânsito do Espírito Santo.

— Tenho a plena convicção de que o poder público, o Estado brasileiro tem de investir e dar efetividade ao artigo 76 do Código de Trânsito, que diz que a educação para o trânsito será promovida nas escolas de ensinos fundamental, médio e superior, tem de implementar uma fiscalização eficiente. O motorista tem de ter a plena convicção de que, quando ele sair de casa, ele será parado numa blitz — defendeu.

Fabiano Contarato disse ainda que o rigor da legislação também ajuda a reduzir o número de acidentes e vítimas de crimes de trânsito. Nesse sentido, ele cobrou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do projeto que obriga o condutor de veículo, sob efeito de álcool ou outras drogas, responsabilizado pela prática de crimes de trânsito, a pagar as despesas custeadas pelo Sistema Único de Saúde com o tratamento das vítimas (PLS 32/2016 no Senado ou PL 1615/2021) na Câmara dos Deputados).

— A vida humana tem um valor inestimável. Quanto vale a vida de um pai, de uma mãe, de um filho, de um avô? Essa morte no sistema viário é uma morte em que toda a família adoece. Você perde um filho, o avô sente a falta daquele neto, ele entra em depressão. Essa é uma nova morte. O irmão sente a falta da irmã que morreu num acidente. Cai o seu rendimento escolar. Ele começa a usar drogas lícita ou ilícita. As relações conjugais muitas vezes são dissolvidas. A morte do matrimônio. Quer dizer, são várias mortes que ocorrem em virtude de um crime de trânsito — argumentou.

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