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Governo de MT é exemplo para o país com corte de impostos da energia elétrica, gasolina, diesel, comunicações e gás GLP

A proposta foi enviada à Assembleia Legislativa e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022

03/10/2021 às 11h25
Por: Redação Fonte: Secom Mato Grosso
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Governador Mauro Mendes anuncia o maior pacote de redução de impostos do Brasil para beneficiar o cidadão - Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT
Governador Mauro Mendes anuncia o maior pacote de redução de impostos do Brasil para beneficiar o cidadão - Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

A decisão do governador Mauro Mendes em reduzir as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da energia elétrica, gasolina, diesel, comunicação e gás GLP foi destaque na Revista Isto É deste fim de semana.

O repórter Vinicius Mendes destacou o exemplo do Governo de Mato Grosso para o todo o país, com o maior pacote de desoneração de impostos já proposto neste ano.

“Enquanto a Petrobras aumentava novamente o preço do diesel nas refinarias, desta vez em quase 9%, na terça-feira, 28, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, terminava aquele dia exultante: ele havia acabado de enviar à Assembleia do Estado uma proposta já articulada com os deputados para reduzir em mais de R$ 1,2 bilhão a carga tributária mato-grossense a partir de 2022, impactando principalmente nos custos da energia elétrica, da telefonia e dos combustíveis”.

A proposta foi enviada à Assembleia Legislativa e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022.

“Se a proposta atual for aprovada — a previsão é que isso aconteça dentro de duas semanas —, a população do estado terá, pelos cálculos da equipe econômica de Mato Grosso, faturas de celular 16% mais baratas, enquanto a conta de luz cairá em 10%. Nos postos, a queda do ICMS deve baixar o litro da gasolina em 16 centavos, número que será de seis centavos para o diesel. Só no caso deste combustível, a perspectiva é que cerca de R$ 200 milhões deixem de entrar no caixa do governo e fiquem nas mãos dos caminhoneiros — que dependem do produto para trabalhar. ‘Isso está sendo possível, porém, depois de um ajuste fiscal grande que precisamos fazer lá atrás para equilibrar as contas’, explica o governador”, destacou a publicação.

Confira a íntegra da reportagemAQUI.

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