
Os trabalhadores da limpeza urbana de Cuiabá e Várzea Grande entraram em greve nesta segunda-feira (01), por reivindicações de reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A categoria que é representada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza Urbana e Áreas Verdes do Estado de Mato Grosso (Sindilimp-MT) pede aumento de R$ 1.423 para R$ 1.700 mais benefícios.
Durante amanhã, eles foram para a frente a empresa Locar Saneamento Ambiental, responsável pelos profissionais na Capital, e realizaram uma manifestação.
No entanto, o juiz Tarcísio Regis Valente, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, expediu uma decisão liminar no último dia 30, considerando a greve dos profissionais de limpeza urbana ilegal em Cuiabá.
“Deferido o pedido de tutela provisória de urgência para que o Sindicato dos Empregados de Limpeza Urbana e Áreas Verdes do Estado de Mato Grosso (SINDILIMP/MT) não inicie a greve anunciada, ou que a encerre imediatamente, sob pena de multa diária de R$ 100.000,00”, diz trecho da decisão.
A decisão foi deferida atendendo a solicitação da empresa Locar Saneamento Ambiental Ltda, que ajuizou um Dissídio Coletivo de Greve contra o Sindicato dos Empregados em Empresas de Limpeza Urbana e Áreas Verdes do Estado de Mato Grosso (Sindilimp-MT) requisitando o deferimento de tutela de urgência para evitar a paralisação anunciada para, 01 de julho, que não foi comunicada oficialmente aos empregadores e usuários com 72 horas de antecedência, sob multa diária de R$ 300 mil em caso de descumprimento.
A Locar ainda pediu a manutenção de um contingente mínimo de 90% dos trabalhadores em caso de greve, para garantir a prestação dos serviços essenciais de limpeza urbana, também sob pena de multa diária de R$ 300 mil.
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