
O deputado estadual Faissal Calil (PV) publicou, em suas redes sociais, um vídeo onde critica a doutrinação política e de gênero de crianças em sala de aula. A fala do parlamentar se dá após o episódio da suspensão de uma professora que lecionava em uma escola da capital, após a mesma ter feito críticas ao presidente da República, Jair Bolsonaro.
Faissal aproveitou para criticar o Projeto de Lei 1242/2019, de autoria de um deputado estadual do PT, que tenta instituir o Programa “Escola Sem Censura”. De acordo com o parlamentar, seu colega tenta através da proposição permitir que professores repassem suas convicções políticas e ideológicas a seus alunos, ao invés de focarem nas disciplinas as quais eles foram contratados para lecionar.
“Este PL nem de longe tem ideias nobres, como o próprio nome sugere. É uma proposta antiga e que tenta cercar nossas crianças desde 2015, quando fui vereador em Cuiabá. Na ocasião, votei contra e acredito que não podemos permitir que nossos pequenos tenham suas mentes doutrinadas para agradar políticos ou ideologias”, afirmou.
Faissal entende que o papel da escola é o de educar no âmbito acadêmico, ressaltando ainda que qualquer questão relacionada a ideologias ou doutrinações políticas ou sexuais cabem exclusivamente aos pais das crianças. Para o deputado, esta função não cabe aos professores e diretores e que estes valores religiosos, familiares e políticos, independentemente de quais sejam eles, de direita, esquerda, ou qualquer que seja a religião ou ideologia, cabem única e exclusivamente aos pais.
“O papel da escola é formar estudantes qualificados nas disciplinas que cabem a ela. Se o projeto fot aprovado, nossas crianças estarão sujeitas a qualquer tipo de doutrinação, desde político-partidária e até mesmo a ideologia de gênero. Escola sem Censura de qualidade é com educação de qualidade, ensinando um bom português, matemática e as demais matérias. Os valores, quem decide e doutrina são os pais, em casa. Nossas crianças não podem ser manipuladas”, completou.
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