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Plínio volta a questionar influência estrangeira na Amazônia

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (26), voltou a manifestar preocupação com a implantação do Cent...

26/09/2023 às 19h55
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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 - Foto: Waldemir Barretoá/Agência Senado
- Foto: Waldemir Barretoá/Agência Senado

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (26), voltou a manifestar preocupação com a implantação do Centro de Cooperação Policial Internacional na capital amazonense, Manaus, para combater crimes ambientais e narcotráfico na Amazônia, sem que sejam avaliados os impactos da influência estrangeira na região. Lembrou que o projeto é financiado pelo Brasil.

Para o parlamentar, a atuação da entidade que terá agentes de oito países, que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), incluindo grandes potências internacionais, caracteriza o fortalecimento de um “poder paralelo”.

— Se não bastasse a exploração econômica entregue às ONGs, agora entrega-se a essas potências também a segurança da Amazônia [...]. A polícia internacional será o novo cavalo de Troia que dominará a segurança do nosso país através da Amazônia [...], é o estado paralelo das ONGs governando a Amazônia com o auxílio do Estado brasileiro e do Ministério Público Federal — enfatizou.

De acordo com o senador, as Organizações Não Governamentais (ONGs) que operam na Amazônia com receitas internacionais, incluindo governos e fundações ligadas a grandes empresas, não cumprem o objetivo para o qual se instalaram na região. Plínio destacou o Imazon, que recebeu cerca de R$ 9,5 milhões em um ano e a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que teve uma receita de R$ 28,447 milhões em 2022, enquanto as populações amazônicas que vivem em situação precária não recebem auxílio.

— Seria de uma ingenuidade inacreditável imaginar que todas essas doações vindas de fora do país seriam encaminhadas para cá sem exigir nada em troca [...]. De um lado, estão ONGs riquíssimas [...]. Do outro lado, uma população ribeirinha, o homem da floresta e, particularmente, os indígenas, em tese, o objeto dos investimentos, que vivem sem moradia digna, sem o mínimo de saneamento, sem recursos mínimos, como internet, por exemplo, tão importante para nós e para eles —avaliou.

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