
O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), firmou um contrato com uma empresa para fornecer caminhonetes 4x4 para secretários do alto escalão. O contrato de aproximadamente R$ 508 mil por ano, prevê caminhonetes SW 4 ou Amarok V6 à disposição.
Enquanto os munícipes sofrem com a falta de água, o gestor faz farra com dinheiro público.
Um levantamento realizado pela TV Cuiabá e O Documento aponta farra na contratação de pessoal, via indicações, em Várzea Grande. Dos mais de 10 mil servidores, 65% entraram sem concurso público.
Entre março de 2021 e março de 2024, ano em que ele concorre à reeleição, o Executivo inchou a folha de pagamento em 30%, com contratos temporários, sejam eles admitidos por competência ou por indicação política; e comissionados, os famosos cargos de confiança.
O número de contratados saltou de 2.930 em março de 2021, três meses após ele assumir como prefeito da segunda maior cidade de Mato Grosso, para 6.035 em março de 2024, ou seja, crescimento de 106%.
Entre os cargos comissionados, Kalil Baracat criou 25 novas vagas com salários que variam de R$ 1,8 mil a R$ 16,2 mil. Em 2021 eram 445 cargos, que agora são 470.
Para se ter uma ideia, Kalil assumiu a gestão em 2021 com 7.730 servidores ao todo, metade deles (3.873) eram efetivos, ou seja, pessoas que disputaram concurso público para ingressar na Prefeitura. Agora em março de 2024, são apenas 3.510 efetivos, cerca de 35% de um total de 10.094 servidores que atuam no município.
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