
Faltam menos de onze meses para o próximo pleito eleitoral, e os cenários estão sendo montados.
As conversas só não estão mais intensas, porque ainda pela frente teremos natal, réveillon, e carnaval. Depois dessas datas, surgem as reuniões diárias e começa a dança das cadeiras, onde os deputados poderão mudar de partido sem perder o mandato.
A preocupação maior é quem serão os fortes candidatos a governador e senador. Nos últimos dias esse assunto surtiu bastante efeito por conta do anúncio do Presidente Bolsonaro ao Partido Liberal (PL).
Depois de pouquíssimos dias, o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto (PL), disse que seria adiado a filiação de Bolsonaro, por conta de divergências de opiniões sobre o comando do diretório de São Paulo.
Em Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes (PL), candidato natural a reeleição, já era dado como forte candidato a governador, e muitos gostaram da idéia, desde que a chapa fosse montada com Neri Geller (PP) como o candidato ao senado.
Nos bastidores foi comentado sobre quem seriam os pretensos candidatos a Vice-governador e Suplentes de Senador.
Com o Wellington Fagundes (PL) sendo candidato a governador, foi ventilado os nomes de Lucimar Campos (DEM), e Márcia Pinheiro (MDB) como possíveis candidata a Vice-governadora.
Neri Geller (PP) sendo o candidato ao Senado, e compondo chapa com Wellington Fagundes (PL) para governador, os pretensos candidatos a suplência, seriam Teté Bezerra (MDB), Geraldo Macedo (PSD), Cidinho Santos (PSL), ou Rosana Martinelli (PL).
Se essa chapa for montada, possivelmente o governador Mauro Mendes (DEM) nem vai concorrer a reeleição, assim como ele fez para prefeito em 2016, quando viu que corria um sério risco de perder.
Nos últimos meses, vimos o posicionamento do Presidente Bolsonaro (sem partido) em relação a qual partido filiar, e deixou claro que seria PP ou PL, então tudo indica que a chapa Wellington Fagundes e Neri Geller será concretizada em breve.
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