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Academia de Liderança chega a Santos

4° módulo será realizado nesta semana em São Paulo

18/06/2024 às 09h11
Por: Redação Fonte: Da redação
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Foto: Leandro Andrade
Foto: Leandro Andrade
A edição 2024 da Academia de Liderança chegou a São Paulo. Nesta segunda-feira (17.06), os delegados da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) conheceram o passado e o futuro do Porto de Santos, o maior da América Latina. A estrutura foi responsável pela exportação de 43% da soja e milho mato-grossenses, em 2023.
 
O dia começou com uma visita à Associação Comercial de Santos (ACS), onde João Almeida, presidente da Ferrovia Interna do Porto de Santos (Fips), foi um dos anfitriões. No encontro, João falou do trabalho que vem sendo desenvolvido em prol do escoamento da produção de grãos mato-grossenses. O presidente, inclusive, pontuou que estão sendo realizados investimentos e há um projeto de organização com os terminais portuários para que o volume recebido e escoado fique ainda maior.
 
O ponto alto da programação do primeiro dia desse módulo foi a visita técnica de catamarã pelo canal de navegação do Porto de Santos. O coordenador de Logística da Aprosoja-MT, Orlando Vila, explicou que isso permitiu uma verificação, pela água, dos terminais do Porto.
 
São 12 terminais específicos para o agronegócio, detalhou Gustavo Salvador Pereira, diretor de Negócios e Regulação do Porto de Santos, e há R$ 4 bilhões para serem investidos agora, a curto prazo, em menos de 5 anos.
 
“Aqui temos a oportunidade de mostrar o destino final da carga que é produzida no interior do país. Percebemos a importância do agronegócio do Brasil e como temos que nos preparar para atender os produtores rurais brasileiros. A Aprosoja vindo até aqui mostra para quem está ali, produzindo, quais são os desafios que ainda precisam e serão superados”, afirmou Gustavo.
 
A delegada da Aprosoja-MT no Vale do Arinos, Cassandra Canton, avaliou que foi muito positivo ver toda a estrutura portuária que recebe a produção de quem está lá na fazenda. 
 
“A gente não tinha muita noção de como funcionava a coordenação dos trens ali dentro e achei muito interessante aprender sobre isso”, contou.
 
O grupo também esteve no Museu do Café, onde foi apresentada a história da cafeicultura brasileira, passando antes pela descoberta do café na Etiópia, a vinda para o Brasil e também pelo capítulo em que o local, onde hoje é o museu, abrigava a Bolsa do Café, descreveu a diretora executiva, Alessandra Almeida.
 
“Eu nunca tinha vindo aqui no Museu e acredito que seja muito importante vivenciarmos isso aqui, aprendermos toda a parte histórica, vermos como era feito o processo de importação e exportação do grão; aprender sobre as variedades de cada região produtora”, disse Joana Triches, delegada do Núcleo de Sorriso.
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